A CSN Cimentos nasceu da escória siderúrgica em Volta Redonda, comprou Elizabeth e LafargeHolcim e negocia exclusividade com a Huaxin por valor de empresa de R$ 12,7 bilhões. Um prospecto da CVM de 2021 revela fornecimento mínimo de 1,3 milhão de toneladas de escória por ano, contrato de 25 anos e terreno em comodato. Venda não concluída.
A fábrica de cimento que nasceu ligada à produção de aço em Volta Redonda pode mudar de mãos. Nesta sexta-feira, 30 de outubro de 2026, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) comunicou um acordo de exclusividade de dez dias com a chinesa Huaxin Building Materials Group para negociar documentos definitivos de alienação de ações da CSN Cimentos Brasil S.A. O negócio tem valor de empresa (enterprise value) de R$ 12,7 bilhões. Ainda não é uma venda concluída: o comunicado não informa o preço líquido das ações, a forma final de pagamento nem a data de transferência do controle.
A notícia tem uma história que começa muito antes da negociação com investidores estrangeiros. A CSN Cimentos nasceu da possibilidade de transformar em matéria-prima a escória gerada nos altos-fornos da Usina Presidente Vargas (UPV), avançou para outras unidades e estados, comprou grandes concorrentes e tornou-se uma das líderes brasileiras do setor. Agora, o grupo controlador tenta transformar esse patrimônio industrial em recursos para reduzir sua própria dívida. Para Volta Redonda, permanece uma questão concreta: quais serão os vínculos entre a siderúrgica, a fábrica de cimento, os trabalhadores e a cidade quando as duas operações estiverem sob controladores diferentes?
O projeto já existia em 2003: a escória de Volta Redonda como negócio
Um registro preservado no Diário da Câmara dos Deputados de 13 de abril de 2006 reproduz a notícia da futura fábrica de cimento em Volta Redonda. Segundo o material, o Conselho de Administração da CSN havia aprovado, em setembro de 2003, um investimento previsto de US$ 43,4 milhões, com a intenção de aproveitar aproximadamente 700 mil toneladas de escória da siderurgia. Trata-se de uma previsão divulgada à época, não de prova do desembolso final. O documento mostra que a diversificação para o cimento foi planejada anos antes do início efetivo da operação.
A escória de alto-forno é um coproduto do processo siderúrgico que pode ser empregado na produção de cimento, em combinação com outros materiais. Assim, a planta cimenteira passou a ter uma vantagem econômica relacionada à usina já instalada em Volta Redonda: uma matéria-prima associada à produção de aço, sem que isso, por si só, comprove ausência de impactos ambientais.
Os planos eram mais antigos do que a operação comercial. Notícia de 2005 registrava a intenção de iniciar a primeira fase até o fim de 2006, mas os documentos históricos da própria companhia situam o início efetivo em maio de 2009. As projeções de 2005 não devem ser confundidas com a data real de entrada em funcionamento.
2009 a 2016: da moagem em Volta Redonda à produção em Minas
Segundo o histórico institucional da CSN, a empresa ingressou na produção de cimento em 2009, com a planta de moagem de Volta Redonda. Em 2011 começou a operar a primeira linha de produção de clínquer em Arcos, Minas Gerais. O clínquer é o principal produto intermediário utilizado para fabricar cimento; a moagem combina esse insumo a outros componentes, entre eles escória e materiais minerais, conforme a formulação. Na primeira fase, a integração entre a siderurgia fluminense e as atividades minerais mineiras foi decisiva para o modelo do negócio.
A expansão da capacidade de produção e moagem ao longo dos anos seguintes preparou a CSN para competir fora do mercado ligado à origem siderúrgica. Arcos ganhou centralidade na cadeia produtiva, enquanto Volta Redonda permaneceu relevante pela moagem e pelo aproveitamento industrial da escória. A história da CSN Cimentos não se resume, portanto, a uma fábrica isolada: ela se tornou uma rede de produção e distribuição.
2021: a Elizabeth e a tentativa de abrir o capital
Em 2021, a empresa deu um salto nacional. A CSN Cimentos concluiu em 31 de agosto a aquisição do controle da Elizabeth Cimentos e da Elizabeth Mineração, operações com presença em Alhandra, na Paraíba. O anúncio inicial apontava uma transação de cerca de R$ 1,08 bilhão, considerando a estrutura financeira divulgada à época. A compra ampliou a presença da cimenteira no Nordeste e sua escala produtiva.
No mesmo ano, a CSN trabalhou na possibilidade de uma oferta pública inicial de ações (IPO) da unidade de cimento. Os procedimentos de abertura de capital foram anunciados, mas a oferta não se concretizou naquele momento. O contraste ajuda a explicar a trajetória: primeiro, a companhia buscava atrair investidores para financiar ou monetizar o crescimento; em 2026, passou a negociar a alienação do controle da operação.
2022: a compra que mudou de patamar a CSN Cimentos
A maior mudança veio com a compra das operações brasileiras da LafargeHolcim. O contrato foi assinado em setembro de 2021 com valor-base anunciado de US$ 1,025 bilhão, sujeito aos ajustes previstos na operação. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a aquisição sem restrições em agosto de 2022, e a conclusão ocorreu em 6 de setembro daquele ano.
Na conclusão da aquisição, a antiga LafargeHolcim (Brasil) S.A. passou a se chamar CSN Cimentos Brasil S.A. e tornou-se subsidiária integral da CSN Cimentos S.A. A operação adicionou aproximadamente 10,3 milhões de toneladas anuais de capacidade, levando a capacidade informada do grupo cimenteiro a cerca de 16,3 milhões de toneladas por ano. A empresa alcançou a posição de segunda maior fabricante brasileira de cimento, atrás da Votorantim, ampliando também a presença em concreto e agregados. Capacidade instalada, entretanto, não equivale a volume efetivamente vendido.
Os números de 2025 e 2026 mostram um negócio de grande porte
No balanço divulgado para 2025, a divisão de cimento da CSN registrou aproximadamente 13,4 milhões de toneladas vendidas, receita líquida de R$ 4,906 bilhões e EBITDA ajustado de R$ 1,290 bilhão. Em 2024, a receita líquida havia sido de R$ 4,766 bilhões e o EBITDA ajustado, de R$ 1,361 bilhão. Portanto, a receita avançou de um ano para o outro, mas o EBITDA anual caiu — aspecto que precisa aparecer para que o leitor não confunda faturamento recorde com melhora em todos os indicadores. EBITDA é uma medida operacional e não equivale ao lucro líquido ou a caixa livre.
No segundo trimestre de 2026, o segmento registrou receita líquida de aproximadamente R$ 1,386 bilhão e EBITDA ajustado de R$ 426,9 milhões. A CSN informou aumento de 14,3% na receita e de 45,5% no EBITDA ajustado em relação ao mesmo trimestre de 2025, embora o volume vendido no trimestre tenha recuado. Os resultados sustentam uma constatação: a venda é negociada em um momento de melhora de margens da divisão, e não simplesmente porque o negócio de cimento tenha deixado de gerar resultado operacional.
Por que vender? A dívida do grupo controlador
O motivo explicitado pela CSN está na estratégia financeira do grupo. Em 15 de janeiro de 2026, a companhia anunciou um plano de alienação de ativos e redução de endividamento, mencionando um potencial de diminuição da dívida ou da alavancagem da ordem de R$ 15 bilhões a R$ 18 bilhões no conjunto das medidas. Esse montante não é o preço da CSN Cimentos nem uma economia já obtida.
Ao fim de junho de 2026, a dívida líquida consolidada divulgada pela CSN estava em cerca de R$ 42,1 bilhões. É essencial separar duas situações: o desempenho operacional do braço cimenteiro e as obrigações financeiras do conglomerado que também atua em siderurgia, mineração e logística. Vender uma subsidiária pode reduzir endividamento, mas também elimina do grupo uma fonte futura de receita e EBITDA. Sem os contratos definitivos, o balanço líquido da operação e a utilização dos recursos não podem ser calculados com precisão.
2026: a disputa pela cimenteira e a exclusividade chinesa
O processo competitivo foi lançado em março de 2026. Em agosto, a CSN informou ao mercado ter recebido propostas vinculantes. Reportagens identificaram entre os interessados a chinesa Huaxin e um consórcio envolvendo Votorantim Cimentos e a italiana Cimentir. As configurações e valores dessas alternativas foram publicados pela imprensa com base em fontes do processo e não representam contratos finalizados.
Em 30 de outubro, a CSN informou que a proposta da Huaxin foi considerada a mais vantajosa e anunciou exclusividade por dez dias. O valor de R$ 12,7 bilhões é o enterprise value: considera o valor econômico do negócio, incluindo componentes de dívida. Portanto, não significa que a holding receberá R$ 12,7 bilhões livres em caixa. Analistas de mercado estimam valores menores para o patrimônio acionário após descontar dívidas da unidade, mas o total efetivo depende de ajustes e termos ainda não publicados.
A Huaxin é um grupo chinês de materiais de construção com atuação internacional, que já havia ingressado no Brasil por meio do negócio de agregados da Embu. A eventual aquisição ampliaria sua presença industrial no país. A formalização da operação e eventuais análises regulatórias ainda precisarão ser acompanhadas. Até esta apuração, não há comprovação de que o controle da CSN Cimentos tenha sido transferido.
O que os contratos revelam: escória por 25 anos, terras cedidas e integração industrial
Uma fonte primária encontrada na Comissão de Valores Mobiliários aprofunda a questão local. A minuta do prospecto preliminar preparada pela CSN Cimentos S.A. para a tentativa de abertura de capital em 2021 descreve contratos entre a cimenteira e a siderúrgica. Não são documentos assinados obtidos integralmente nesta apuração, mas informações contratuais prestadas pela companhia ao mercado em novembro de 2021; não comprovam que todas as cláusulas permaneçam idênticas em outubro de 2026.
Segundo o item 16.4 desse documento, o contrato de fornecimento de escória de alto-forno da CSN à cimenteira previa quantidade anual mínima de 1,3 milhão de toneladas, prazo de 25 anos, opção de renovação a ser notificada no 21º ano, preços declarados como de mercado e reajustes anuais pelo INCC. O contrato teria entrado em vigor em maio de 2021, com efeitos retroativos a 1º de fevereiro daquele ano. É preciso verificar se foi alterado, novado, cedido, rescindido ou preservado desde então — sobretudo diante da operação societária hoje em negociação.
A relação entre as empresas também opera no sentido inverso. O prospecto de 2021 descreve um contrato de fornecimento de fundentes (calcário e dolomito) da cimenteira para a Usina Presidente Vargas, com volume anual mínimo de 1,5 milhão de toneladas e máximo de 2,7 milhões, igualmente por 25 anos. Esses materiais são relevantes à produção siderúrgica. Assim, a dependência econômica é bilateral: cimento utiliza material associado à siderurgia e a siderurgia adquire insumos minerais do conjunto cimenteiro.
Outra informação de impacto territorial: em 2021, o terreno dentro da UPV onde ficava a planta de cimento era utilizado por meio de comodato, sem cobrança pelo uso do imóvel. O documento descreve contrato por prazo indeterminado e apresenta hipóteses de aviso prévio para rescisão. Há outros terrenos e galpões com comodatos próprios. Isso não significa que o terreno foi vendido ou que passará automaticamente a pertencer ao grupo chinês; a titularidade e o destino do comodato no eventual negócio ainda precisam ser esclarecidos.
A integração abrangia também despesas e serviços compartilhados: transporte ferroviário de escória e cimento, energia, água, gás, manutenção, laboratório, serviços ambientais e apoio administrativo, com mecanismos de reembolso. O prospecto cita ainda contratos com a CBSI para manutenção, limpeza e conservação, sem permitir concluir que esses contratos ou quadros de trabalhadores sejam idênticos em 2026.
No documento de 2021, a própria cimenteira afirma que a escória era negociada a condições de mercado. Isso exige cautela diante de reportagem do Estadão reproduzida pelo INDA em setembro de 2026, na qual fonte afirma que a CSN almejaria cobrar preço de mercado após uma venda. A aparente divergência pode decorrer de renegociação de preços, metodologia, escopo ou informação incompleta; não se pode afirmar, com os documentos disponíveis, que a escória fosse fornecida gratuitamente ou abaixo do mercado antes da venda.
A investigação deve agora buscar os contratos e aditivos vigentes em 2026, identificar a parte contratante que efetivamente será vendida, as cláusulas de mudança de controle, o tratamento do comodato, o prazo remanescente do fornecimento de escória, as tarifas e os efeitos sobre a siderúrgica. A existência dos contratos de 2021 torna a pergunta muito mais precisa: não se trata apenas de saber se haverá novo fornecimento, mas quais vínculos jurídicos e operacionais sobreviverão à alienação.
Os trabalhadores e a mudança de controlador
Há histórico público específico da categoria em Volta Redonda. Em 8 de abril de 2024, 135 empregados da CSN Cimentos participaram de votação sobre proposta de acordo salarial, aprovada por 78,48%, segundo o Foco Regional. Esse número corresponde aos votantes daquela assembleia e não pode ser apresentado como total de empregos da fábrica. O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Volta Redonda e Região mantém uma seção para acordos da CSN Cimentos.
A minuta de prospecto de 2021 registrava 221 trabalhadores terceirizados na linha identificada como CIME CIMENTOS–V.REDONDA-RJ em setembro daquele ano, além de outra linha de trabalhadores contratados sob identificação antiga, enquanto os empregados diretos eram informados no agregado da unidade Sudeste (906 naquele mês). Esses dados são antigos, têm recortes distintos e não permitem calcular o emprego atual da fábrica nem demonstrar demissões futuras.
O que deve ser solicitado às empresas e ao sindicato: número atual de empregados diretos e terceirizados na unidade de Volta Redonda, acordos coletivos vigentes, critérios de sucessão trabalhista, preservação de benefícios, representação sindical, planos de investimento e eventual reorganização dos contratos com prestadoras como a CBSI. Nenhum documento encontrado comprova anúncio de demissões como efeito desta negociação.
Quanto realmente poderia entrar no caixa da CSN?
Analistas da XP Investimentos divulgaram em 30 de outubro uma estimativa que evidencia a diferença entre valor de empresa e entrada de caixa. Partindo do enterprise value de R$ 12,7 bilhões, a XP calcula cerca de R$ 2,9 bilhões em dívida líquida da própria cimenteira e de R$ 6,0 bilhões a R$ 6,5 bilhões que poderiam ser utilizados para quitar antecipadamente um financiamento-ponte do grupo. Com essas hipóteses, estimou impacto de aproximadamente R$ 3,3 bilhões no caixa da CSN. A análise é uma projeção de terceiros, não uma prestação de contas nem valor contratual final.
Outra instituição, o Citi, estimou dívida líquida próxima de R$ 3 bilhões na unidade cimenteira e valor patrimonial em torno de R$ 9,7 bilhões. Essas métricas tratam de estágios distintos da conta: o valor da participação antes da destinação dos recursos não equivale ao saldo de caixa após amortizações. O resultado depende do fechamento e das condições efetivas, que ainda não foram publicadas.
As respostas que faltam
Quais unidades industriais, contratos, dívidas e participações societárias estarão incluídos nos documentos definitivos? A negociação anunciada trata das ações da CSN Cimentos Brasil S.A.; como esse perímetro se relaciona com a CSN Cimentos S.A., emissora do prospecto de 2021? Qual será o preço efetivo das ações e quanto entrará no caixa do grupo depois dos ajustes? O contrato de fornecimento de escória informado em 2021, com mínimo de 1,3 milhão de toneladas ao ano e prazo de 25 anos, permanece em vigor? Existem aditivos ou cláusulas de mudança de controle? O mesmo vale para o fornecimento de calcário e dolomito, os terrenos cedidos em comodato, os serviços compartilhados e a relação com a CBSI? Quais compromissos trabalhistas, investimentos e obrigações ambientais serão assumidos pelo eventual comprador?
O VR Abandonada reconstruiu esta trajetória a partir de documentos corporativos, comunicados ao mercado, informações do Cade, balanços da CSN, registro histórico da Câmara dos Deputados, minuta de prospecto de 2021 arquivada na CVM e reportagens de veículos especializados. As informações sobre uma possível renegociação futura da escória são atribuídas ao Estadão e confrontadas com os contratos antigos descritos à CVM, e não tratadas como fato consumado. Até o fechamento desta versão, não havia resposta específica da CSN ou da Huaxin às perguntas locais formuladas aqui; nenhuma solicitação foi enviada em nome da redação nesta etapa. A reportagem permanece aberta a esclarecimentos e atualização.
A história da CSN Cimentos liga a transformação industrial de um coproduto da siderurgia em Volta Redonda a uma operação nacional avaliada em bilhões de reais. A negociação anunciada em 30 de outubro de 2026 pode marcar outra mudança de escala. Para a cidade, mais importante que a manchete da venda é saber o que permanecerá — e sob quais condições — no território onde o negócio começou.
Fontes e documentos
- Fato relevante da CSN à CVM, protocolo 1581919, 30/10/2026 (link oficial, acesso direto sujeito a disponibilidade do RAD) · consulta: 2026-10-30
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- Diário da Câmara dos Deputados, 13/04/2006, registro da origem do projeto de cimentos (página 19042) · consulta: 2026-10-30
- CSN RI — Histórico e Perfil Corporativo · consulta: 2026-10-30
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- MZ Group — fato relevante da conclusão da LafargeHolcim Brasil em 06/09/2022 · consulta: 2026-10-30
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- CSN — Release de resultados 2T26 protocolado na CVM · consulta: 2026-10-30
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- Estadão/Broadcast via UOL — acordo com Huaxin, 30/10/2026 · consulta: 2026-10-30
- Exame — presença e perfil da Huaxin no Brasil, 30/10/2026 · consulta: 2026-10-30
- CVM — Prospecto preliminar de abertura de capital CSN Cimentos S.A. (2021), itens 14.1 e 16.2–16.4 (contratos de escória, fundentes, comodato, mão de obra e CBSI) · consulta: 2026-10-30
- CSN — histórico oficial sobre cimento, moagem e escória de Volta Redonda · consulta: 2026-10-30
- Foco Regional — assembleia dos trabalhadores CSN Cimentos em Volta Redonda, 08/04/2024 · consulta: 2026-10-30
- Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil VR — instrumentos e acordos específicos da CSN Cimentos · consulta: 2026-10-30
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- Infomet — reportagem histórica de 2005 com previsão de início em 2006 (não concretizada à época) · consulta: 2026-10-30
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- CSN — apresentação de resultados 2025 com EBITDA 2024 e 2025 · consulta: 2026-10-30